domingo, 7 de abril de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Educação e tecnologia:Informar para incluir

No contexto atual da educação vários são os projetos e iniciativas para a efetivação da inclusão digital, porém observa-se que é preciso investir na capacitação. Temos nas escolas inúmeras máquinas e equipamentos que nos possibilitam ensinar de uma maneira diferente, mas o que falta na maioria das vezes é o primeiro passo do docente. Realizar um trabalho de motivação docente no tangente ao uso das novas tecnologias é algo imprescindível na atual conjuntura educacional, pois será possível mostrar ao professor o quanto o seu trabalho é importante e significativo para o ser em formação. Trabalhar questões da realidade nunca esteve tão viável como agora com tantos recursos. Não são palavras soltas ao vento, mas uma breve análise profissional de uma experiência adquirida ao longo de dez anos de atuação na área do magistério. O mundo não melhora apenas da inovação das máquinas, mas a partir do reconhecimento de que não se sabe tudo e que se deve buscá-lo cada vez mais para que a presença dessas máquinas não venha se sobrepor à presença do ser humano. 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Declamando a segurança na internet

 Pesquisar é preciso
                       Joana Koscianski dos Santos


Como um barquinho no mar;
Sou eu livre a navegar;
Tenho que prestar atenção às coisas que vêm e vão
Leitura é fundamental
pra me livrar de qualquer mal
Armadilhas vão surgir
cabe a mim delas fugir
E a página é segura?
Detalhes vão indicar
Mensagens indesejadas?
Evite nelas clicar...
O cuidado e ​a prudência
faz qualquer navegador
Ser um bom pesquisador …

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O mundo mudou: e agora?


O tempo passa, a evolução acontece e diante dela não podemos ficar estáticos uma vez que nos obriga a sermos seres dinâmicos. Para muitos, as mudanças são obstáculos que os tornam inertes, já outros, as veem como um grande desafio que os impulsiona a viver um mundo de descoberta e aprendizado. Percebe-se que é característico do ser humano a resistência ao novo, pois se teme o desconhecido, e daí às vezes a atitude de ignorar e querer deixar tudo como está, é a tal “zona de conforto”. O boom de conhecimentos e de tecnologia vivido nos últimos cinquenta anos realmente assusta, mas se estivermos dispostos a realizar um trabalho que também nos satisfaça, com certeza procuraremos acompanhar as mudanças até para que nossa prática faça sentido e não se perca em modelos que já não se aplicam mais nesse contexto social.

Transformar informação em conhecimento: eis um grande desafio


Na era da evolução tecnológica, considerando a enxurrada de informações recebidas pelas crianças, o grande desafio do educador é transformar essa gama de informações em conhecimento. Acredito que isso está atrelado à atitude do professor de selecionar e sistematizar tudo aquilo que o estudante traz consigo para poder ensinar e avançar na sua prática. Cabe a nós, como professores, aproveitar essa oportunidade de ensinar e ao mesmo tempo aprender. Saber utilizar e inserir a informação, principalmente as relacionadas ao campo tecnológico como “conteúdos”, permite a quem ensina dar um salto de qualidade em suas aulas e com certeza a realização profissional, além de possibilitar a proximidade com seu aluno.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Entre versos e sons


A poesia para quem sabe apreciar
É acalento para o coração;
Asas à imaginação;
Conforto para a razão;
Para quem sabe ouvir
É o despertar da emoção;
o repicar de um violão;
os passos no calçadão.
Para quem sabe recitar
É inspiração;
Respiração;
Transpiração;
Pra quem sabe escrever
É decisão;
Empatia
É sensação...

Joana Koscianski dos Santos

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

PENSANDO A PROFISSÃO...


Ser educador na atualidade é viver um novo momento. Se antes o aluno era um indivíduo que mal podia se expressar, agora é um ser em constante diálogo. Ensinar no século XXI é aproximar-se daquele que precisa de orientação, é ouvir, ajudar, estimular e principalmente educar para a vida. O ofício de ensinar requer, com escreve Paulo Freire, certa doze de empatia. Eu como professor tenho que me colocar no lugar do outro, para observar se aquilo que estou ensinando está fazendo sentido para quem está “aprendendo”. Acredito que nossas características de aluno, dizem muito da nossa postura como educador, pois se vejo que a aprendizagem deve ser algo que me motiva e me faz crescer tenho que fazer o melhor para que meus alunos aprendam e cresçam como pessoas.